Os cuidados primários de saúde são cuidados essenciais de saúde baseados em métodos e tecnologias práticas, cientificamente bem fundamentadas e socialmente aceitáveis, colocadas ao alcance universal de indivíduos e famílias da comunidade, mediante sua plena participação e a um custo que a comunidade e o país possam manter em cada fase de seu desenvolvimento, no espírito de autoconfiança e automedicação.

Fazem parte integrante tanto do sistema de saúde do país, do qual constituem a função central e o foco principal, quanto do desenvolvimento social e econômico global da comunidade. (Declaração de Alma-Ata)

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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

OUTUBRO ROSA EM FLORIANÓPOLIS


Durante o mês de Outubro tem se promovido diversas atividades relativas a Campanha do Outubro Rosa. O jornal Diário Catarinense, no dia 25 de outubro, publicou Reportagem Especial intitulada “Câncer de Mama – SC é referência em mamografia”. De fato, conforme divulgado no Portal da Saúde do MS, Santa Catarina é exemplificada por meio de Florianópolis que é citada como uma das maiores freqüências de realização de mamografia (80.6%) no Brasil, junto à Belo Horizonte (84,1%) e Vitória (81,9%). As cidades de Palmas (49,2%), Rio Branco (51,1%) e Macapá (53,5%) estão entre as cidades com menores freqüência, abaixo da média nacional.
Ainda que a reportagem divulgue muitas informações úteis, pelo menos uma delas pode ser passível de causar confusão: o destaque de que “os médicos recomendam a mamografia para mulheres acima de 40 anos”. Ainda que as novas diretrizes do governo americano para prevenção ao câncer de mama, que indicam mamografias de rotina apenas para mulheres a partir dos 50 anos, dividem os especialistas brasileiros, como a Sociedade Brasileira de Mastologia, que mantém a orientação para que as pacientes façam o exame anual a partir dos 40 anos, o Instituto Nacional de Câncer vinculado ao Ministério da Saúde preconiza a mamografia periódica (a cada 02 anos) para a faixa etária de 50 a 69 anos. Para mulheres acima de 40 anos a mamografia é indicada a critério clínico, conforme determina a Protocolo de Atenção Integral à Saúde da Mulher, da Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura Municipal de Florianópolis.

“A mudança na orientação norte-americana, publicada ontem nos Anais de Medicina Interna, foi proposta pela Força-Tarefa de Serviços de Prevenção dos Estados Unidos. O grupo de especialistas concluiu que o risco de fazer o exame na faixa etária dos 40 e 49 anos é menor do que os benefícios. Isso porque, a cada 1,9 mil mulheres avaliadas nessa idade, apenas uma morte é evitada. Ao mesmo tempo, a preocupação com resultados falso-positivos faz com que a paciente seja submetida a exames e até à cirurgias desnecessárias. (...) Segundo o médico Ronaldo Corrêa da Silva, da Divisão de Apoio à Rede de Atenção Oncológica do INCA, ligada ao Ministério da Saúde, a mesma orientação é seguida na Europa”. E “o mastologista José Luiz Pedrini, chefe do Serviço de Mastologia do Hospital Conceição, pondera que há estudos mostrando que a incidência de câncer seria maior em pacientes que fazem mais mamografias”. (Médicos divergem sobre idade para mamografia - Recomendação americana que retarda avaliação gera polêmica nacional. Disponível em http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Geral&newsID=a2721193.xml. Acesso em: 25 out. 2011).

Abaixo Protocolo da SMS/PMF (pag.67) e recomendações do INCA para o câncer de mama no Brasil:


PROTOCOLO DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE / PMF PARA O CÂNCER DE MAMA


Página 67
3.1.1 Detecção precoce do cancer de mama

Para a detecção precoce do câncer de mama recomenda-se:

• Rastreamento por meio do exame clínico da mama (ECM) para todas as mulheres, realizado anualmente. Este procedimento é ainda compreendido como parte do atendimento integral à saúde da mulher, devendo ser realizado em todas as consultas clínicas, independente da faixa etária.

• Rastreamento por mamografia, para as mulheres com idade entre 50 a 69 anos, conforme preconiza o INCA/MS. Para mulheres acima de 40 anos o exame é indicado a critério clínico.




RECOMENDAÇÕES DO INCA PARA REDUZIR A MORTALIDADE POR CÂNCER DE MAMA NO BRASIL


•     A detecção precoce do câncer de mama significa identificar o tumor no início de seu surgimento e aumentar as possibilidades de cura.

•     As ações de detecção precoce podem ser oferecidas para mulheres sem sinais e sintomas de câncer de mama (rastreamento), ou para mulheres com sinais e sintomas iniciais de câncer de mama (diagnóstico precoce).

•     O diagnóstico precoce do câncer de mama aumenta a sobrevida das mulheres em comparação com o diagnóstico de tumores em fase avançada.

•     O rastreamento diminui a mortalidade em cerca de 30% nas mulheres entre 50 e 69 anos. Quanto maior for o percentual de mulheres na faixa de 50 a 69 anos que realizam a mamografia de rastreamento periodicamente, maior será o impacto na mortalidade.

•     Na faixa etária de 50 a 69 anos, a mulher deve fazer uma mamografia a cada dois anos. O risco de câncer de mama aumenta com a idade.

•     A qualidade da mamografia tem implicações na redução da mortalidade por câncer de mama. Programas de qualidade em mamografia garantem imagens radiográficas de alto padrão com doses mínimas de radiação.


Priorizar o controle do câncer de mama na agenda da saúde foi definido na Política Nacional de Atenção Oncológica (2005) e no Pacto pela Saúde (Ministério da Saúde/2006). O INCA e as secretarias Estaduais e Municipais de Saúde desenvolveram um conjunto de ações no âmbito da detecção precoce. A perspectiva atual é impulsionar o diagnóstico precoce do câncer de mama em todo o país, como estratégia para reduzir a apresentação avançada da doença e implementar o rastreamento na população em áreas cuja elevada ocorrência desse tipo de câncer justifiquem esta iniciativa. A expansão de ações para garantia da qualidade da mamografia e a implantação do Sistema de Informação do Câncer de Mama - SISMAMA - em todo o território nacional, desde junho de 2009, permitem o aprimoramento e a avaliação das ações de controle do câncer de mama no Brasil.
                                                         
Para saber mais:



Mais informações: Saúde da Mulher

terça-feira, 25 de outubro de 2011

25 de Outubro: Dia Nacional do Cirurgião-Dentista


O Conselho Federal de Odontologia e seus 27 Conselhos Regionais são órgãos cuja missão é regulamentar e fiscalizar o exercício profissional da Odontologia, assegurando, com isso, a prestação de serviços odontológicos de qualidade para toda a população brasileira, parabeniza, em seu site, a todos esses profissionais “pelo seu incansável esforço em atender a sociedade com ética e dedicação”.

Sem dúvida um trabalho indispensável aos serviços da Atenção Primária em Saúde.
Segundo reportagem de Web Saúde, divulgada no site do Ministério da Saúde, o Dia Nacional da Saúde Bucal e o Dia do Cirurgião Dentista têm como objetivo conscientizar as pessoas sobre a importância da higiene bucal, capaz de prevenir várias doenças. Segundo o coordenador de Saúde Bucal do Ministério da Saúde, Gilberto Pucca,

"É muito bom que o Brasil atualmente tenha uma Política Nacional de Saúde Bucal que é o Programa Brasil Sorridente, e que esta política em pouco tempo já vem produzindo resultados muitos significativos. Em sete anos o Brasil já começou a fazer parte segundo a Organização Mundial de Saúde, de um seleto e pequeno grupo de países no mundo que são considerados pela Organização Mundial de Saúde como países de baixa prevalência de cáries. Nós estamos deixando de ser o País dos desdentados e já estamos fazendo parte de um grupo de países que tem um impacto muito grande na prevenção das doenças da boca". 

Apesar do dia mundial do dentista ser comemorado em 03 de outubro, no Brasil é comemorado em 25 de outubro, porque nesta data, em 1884, foi assinado o decreto 9.311, que criou os primeiros cursos de graduação de odontologia do Brasil, no Rio de Janeiro e na Bahia. Uma portaria do Conselho Federal de Odontologia tornou a data oficial para a comemoração do Dia do Dentista Brasileiro.

A primeira escola dentária, para formar dentistas, surgiu em 1840, em Baltimore, nos Estados Unidos.


Abaixo: Postagens acerca dos serviços da Saúde Bucal no município de Florianópolis e da importância da atuação clínica do Cirurgião-Dentista na Atenção Primária à Saúde.

Relato de Experiências e Rede de Atenção das Equipes de Saúde Bucal na Estratégia de Saúde da Família em Florianópolis, SC



INTRODUÇÃO

A Secretaria Municipal de Saúde de Florianópolis (SMS), possui 48 Centros de Saúde (CS) e todos contam com atendimento odontológico. Possui 39 Equipes de Saúde Bucal (SB) tipo I e 05 ESB tipo II, na Estratégia de Saúde da Família (ESF).
Fazem parte desta rede de atenção 2 Centros de Especialidades Odontológicas (CEO) que servem como referência às equipes locais. Das ações de saúde bucal realizadas destacam-se ações preventivas e curativas em todos os CS.

OBJETIVO

Relatar experiências de promoção de saúde na formação de hábitos saudáveis e conseqüente redução das doenças bucais, melhorando a qualidade de vida dos florianopolitanos.

AÇÕES   
      
1. Programa Capital Criança

Ao nascer, o bebê e a mãe recebem a visita de agente educadora do Programa na maternidade com a entrega de kit de primeiros cuidados do recém-nascido (Fig. 2), com a caderneta de saúde da criança e folders com orientações de uso do kit e sobre saúde bucal. É realizado o agendamento da primeira consulta do bebê aos 30 dias com o cirurgião-dentista no CS mais próximo à residência, além da consulta médica para o bebê e puérpera. A consulta de 30 dias com o cirurgião dentista (CD) poderá ser realizada em grupos ou individual dependendo da realidade local, e consultas periódicas subseqüentes.
Abaixo outras ações do Programa:
 •Garantia do agendamento para tratamento odontológico da gestante no Centro de Saúde (CS)  que iniciar o pré-natal.
 •Garantia do agendamento de consultas periódicas para acompanhamento/tratamento odontológico da puérpera/mãe até o bebê completar 1 ano.

Odontologia e Diabetes


 Dentistas são capazes de identificar diabetes precocemente

Uma visita ao dentista pode ajudar a identificar problemas que vão além dos relacionados com a saúde oral. Segundo investigadores norte-americanos, o dentista é capaz de identificar casos de diabetes ou pré-diabetes em pessoas que ainda não foram diagnosticadas.
Realizado na Columbia University College of Dental Medicine, o estudo envolveu 600 pessoas, com idade mínima de 30 anos, sem diagnóstico para a doença.
Cerca de 530 pacientes com pelo menos um factor de risco adicional de auto-relato de diabetes, como, por exemplo, histórico familiar da doença, colesterol alto, hipertensão e excesso de peso ou obesidade, receberam um exame periodontal e o teste de hemoglobina A1c - o exame da ponta do dedo.
Para avaliar e comparar o desempenho de diversos protocolos de identificação potencial, os participantes do estudo realizaram um teste em jejum da glicose. Os resultados mostraram que exames de dois parâmetros dentais – o número de dentes perdidos e o percentual de bolsas periodontais – em pacientes odontológicos com fatores de risco, foram eficazes na identificação de pacientes com diabetes e pré-diabetes não diagnosticada.



Abaixo: Estudo publicado na Revista de APS, uma publicação científica, trimestral, do Núcleo de Assessoria, Treinamento e Estudos em Saúde – NATES e Mestrado de Saúde Coletiva da Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF em parceria com a Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade – SBMFC e Rede de Educação Popular e Saúde - REDEPOP.

O cuidado odontológico do paciente portador de diabetes mellitus tipo 1 e 2 na Atenção Primária à Saúde


RESUMO

O Diabetes Mellitus (DM) representa um problema pessoal e de saúde pública com grandes proporções quanto à magnitude e à transcendência, apesar dos progressos no campo da investigação e atenção aos pacientes.1 Sua ocorrência vem aumentando, sendo que, em 2030, 300 milhões de pessoas terão tal distúrbio metabólico, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).2 Configura-se, hoje, como uma epidemia mundial, atingindo mais de 135 milhões de pessoas3 e traduzindo-se em grande desafio para os serviços de saúde. Assim, ações voltadas para a prevenção e controle da DM são fundamentais para a saúde em todo o mundo.

Ler mais

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Câmara aprova pena de prisão para quem discriminar doentes de AIDS


Direitos Humanos


A Câmara dos Deputados aprovou, na quarta-feira 19 de outubro, o Projeto de Lei 6124/05, do Senado, que define como crime, sujeito a reclusão de um a quatro anos e multa, a discriminação dos portadores do vírus da imunodeficiência humana (HIV) e dos doentes de aids. Devido a mudanças feitas pela Câmara, o texto retorna para nova análise do Senado.
Entre as situações que podem ensejar o enquadramento como crime estão a de negar emprego ou trabalho; segregar a pessoa no ambiente escolar ou de trabalho; recusar ou retardar atendimento de saúde ou divulgar sua condição de portador do vírus HIV ou de doente de aids com o objetivo de ofender sua dignidade.
Outras situações que podem ser classificadas como crime são as de recusar, atrasar, cancelar ou segregar a inscrição de aluno em creche ou estabelecimento de ensino de qualquer curso ou grau, público ou privado. A pessoa também não poderá ser impedida de permanecer como aluna.

Demissão polêmica

Antes da votação, os partidos de oposição e deputados de partidos da base governista não concordaram em analisar o substitutivo da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), aprovado em 2009. Os líderes decidiram votar o texto original do Senado com a aprovação de um destaque que excluiu do texto a possibilidade de enquadrar como crime a exoneração ou demissão de cargo ou emprego em razão da condição de portador do vírus.

Os defensores do destaque argumentaram que é muito difícil para o empregador provar que estaria demitindo um empregado devido a outros fatores – ligados ao seu desempenho profissional, por exemplo – e não por ter aids. Atualmente, a Lei 7.716/89 já pune a discriminação por raça, cor, etnia, religião e procedência nacional.

Veja tramitação e íntegra da PL-6124/2005 no site da Cãmara dos Deputados.


A matéria foi publicada originalmente na Agência Câmara de Notícias.

Mais sobre o tema:

Ministério da Saúde e Redes Sociais

O Ministério da saúde recorre à "redes sociais" para se aproximar da população e usuários do SUS, bem como se utilizar do "espaço" para conscientização e divulgação de campanhas.

Abaixo, o Ministro Padilha convida todos a curtirem a "fan page" do Ministério da Saúde:


Abaixo a página do MS no facebook e twitter





segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Informativo da Rede APS


Assistência Farmacêutica no Programa Saúde da Família:
encontros e desencontros do processo de organização


Conforme divulgado no site da Rede de Pesquisa em Atenção Primária à Saúde, a Revista Ciência & Saúde Coletiva destaca, no mês de setembro, o tema: "Utilização e financiamento de serviços de saúde: dez anos de informação das PNAD". Neste número traz o artigo Assistência Farmacêutica no Programa Saúde da Família: encontros e desencontros do processo de organização, das autoras: Tatiane de Oliveira Silva Maria; Angela Alves do Nascimento.
Abaixo o resumo e link para download do artigo em PDF.:

Resumo:

Estudo sobre a organização da Assistência Farmacêutica no Programa Saúde da Família (PSF). Tem-se como objetivo discutir a organização da Assistência Farmacêutica no PSF. Pesquisa qualitativa, numa perspectiva crítico-analítica, tendo como campo de investigação as Unidades de Saúde da Família de um município da Bahia. As técnicas de produção dos dados foram observação sistemática, entrevista semi-estruturada e análise de documentos. O método de análise foi o hermenêutico-dialético. A organização da Assistência Farmacêutica, demarcada pelas ações de seleção, programação, aquisição, armazenagem, distribuição e dispensação, apresentou-se como uma realidade ainda em construção, que se dá de modo centralizado e desarticulado das demais ações de saúde, divergindo da proposta de trabalho em equipe; excesso de atividades realizadas pelos trabalhadores de saúde; e a ausência de uma política de educação permanente para os trabalhadores. Para a transformação dessa realidade, de modo a assegurar a organização da Assistência Farmacêutica com qualidade e integralidade, faz-se necessário uma reconstrução do modo de pensar e fazer dos sujeitos (gestores, trabalhadores e usuários) que participam diretamente da organização, rompendo as práticas impessoais, burocráticas e pouco comunicativas que as caracterizam.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Informativo da Rede APS


03 de outubro de 2011

A reorganização do Sistema Único de Saúde – SUS, a partir da ampliação de sua rede de serviços de Atenção Primária à Saúde (APS) por meio da Estratégia Saúde da Família (ESF), trouxe avanços importantes na saúde e na condição de vida da população brasileira. A ESF teve impacto positivo sobre a mortalidade infantil, a redução de internações por condições sensíveis à atenção primária, a qualidade da atenção pré-natal e de puericultura, assim como a ampliação do acesso a serviços de saúde para população vulnerável do ponto de vista sociossanitário.O Programa Nacional de Telessaúde foi criado pelo Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde (SGTES) e do Departamento de Gestão da Educação na Saúde (DEGES), com objetivo de oferecer apoio à distância ao processo de qualificação dos profissionais da Estratégia Saúde da Família (ESF). Cada núcleo do programa é vinculado a uma universidade federal, sendo o núcleo do Rio Grande do Sul (TelessaúdeRS) vinculado a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).Por meio do TelessaúdeRS, os profissionais das equipes da ESF podem discutir casos de pacientes por webconferência com médicos de família e comunidade, com larga experiência clínica, enfermeiros e dentistas especialistas em APS (93% das consultorias) ou, quando for o caso, com especialistas  como dermatologistas, psiquiatras e cardiologistas, entre outros (7% das consultorias); ou receber resumos sobre os melhores, ou mais atualizados, tratamentos para diversos problemas de saúde. Dessa forma, aumenta-se a resolutividade dos profissionais da equipe local e evita-se o encaminhamento desnecessário de pacientes, reduzindo-se os custos com deslocamentos e consultas extras para os municípios. O TelessaúdeRS oferece ainda, a disponibilidade de acesso a diversos materiais para educação permanente, baseados na melhor evidência científica disponível, além de cursos e palestras nas diversas áreas profissionais.Desde o início das suas atividades em 2007 até o presente momento, o TelessaúdeRS já acumulou mais de 8.000 teleconsultorias respondidas, das quais 76% foram realizadas através de perguntas de texto e 24% através de webconferência (vídeos realizadas por computador em tempo real). Essas dúvidas foram solicitadas através de mais de 2.000 profissionais, que trabalham nos 216 pontos atendidos pelo TelessaúdeRS, abrangendo 288 equipes da ESF em 127 municípios do Estado. A satisfação dos solicitantes com as respostas recebidas foi positiva em 95% e em 77% das consultorias solicitadas por profissionais médicos, houve evitação de encaminhamento para outros níveis de atenção à saúde. Nos próximos meses, através do incentivo do Departamento de Ações em Saúde da SES-RS e da SGTES-MS, o TelessaúdeRS estenderá seus serviços para todas às equipes da Estratégia Saúde da Família do Estado do Rio Grande do Sul.

Carlos André Aita Schmitz
Erno Harzheim

Fonte: http://www.rededepesquisaaps.org.br/

1o. de Outubro - DIA NACIONAL E INTERNACIONAL DA SAÚDE DO IDOSO

Saúde lança ferramenta para melhorar atendimento ao idoso

Objetivo é fornecer aos gestores e aos profissionais de saúde informações que auxiliem no planejamento de ações voltadas à população idosa


Em comemoração ao Dia Nacional e Internacional da Saúde do Idoso (1º de outubro), o Ministério da Saúde lança, em parceria com o Laboratório de Informações em Saúde, da Fiocruz, uma ferramenta que irá fornecer aos gestores e profissionais de saúde informações e indicadores que auxiliem na tomada de decisões e no planejamento de ações voltadas à população idosa.
O Sistema de Indicadores de Saúde e Acompanhamento de Políticas do Idoso (SISAP-Idoso) será oficialmente lançado durante o seminário “Relevância da informação para a construção e efetivação de política pública de saúde do idoso", que será realizado na segunda-feira (03), no campus da Fiocruz em Manguinhos (RJ).


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